Domingo, 23 de Agosto de 2026
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Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua

Encontro acontece às 8h30 no Cepal do Setor Sul

Por - Goiânia, GO
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Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua

Os trabalhadores da Educação de Goiânia realizam, nesta terça-feira (19), uma nova assembleia para definir se eles continuam a greve iniciada na última semana. A informação foi confirmada ao Mais Goiás pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) e o encontro acontece às 8h30 no Cepal do Setor Sul.

Entre as principais reivindicações estão o plano de carreira dos administrativos, o pagamento das progressões, o reajuste do piso salarial dos professores, a data-base e a aplicação das leis do descongela e do enquadramento.

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O Mais Goiás tentou contato com a presidente do Sintego, Ludmylla Morais, para saber acerca de uma audiência de conciliação com o município nesta tarde de segunda-feira (18). Até o fechamento, não houve retorno.

Da mesma forma, o portal procurou o município para um posicionamento e aguarda uma resposta. Essa matéria poderá ser atualizada.

Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua
(Foto: Sintego)

Cronograma dos atos em Goiânia

Na semana passada, de terça-feira a quinta, a categoria visitou escolas e conversou com os trabalhadores, pedindo apoio. Na sexta-feira (15), ocorreram visitas às feiras e terminais, e ato em frente ao Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas).

Presidente do Sintego, Ludmylla Morais revelou na ocasião que a categoria tenta negociar há 1 ano e 5 meses e, até o momento, a única coisa que a prefeitura diz é que vai estudar as pautas. “Não dá para falar em terminar greve com estudo das propostas. Não vamos voltar com base em estudos, é preciso ter propostas.”

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Ela emendou: “Nunca quisemos a greve, mas ela aconteceu por necessidade. A paciência da categoria acabou. Quanto mais a prefeitura insistir em não apresentar proposta, pior para a sociedade.” A presidente também reforçou que a greve ocorre dentro da legalidade, respeitando a porcentagem de trabalhadores em atuação.

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