Motorista é parado com quase R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo em Goiás e diz que não sabe quem seria o destinatário
Homem levava R$ 1.188.950 em duas caixas no porta-malas e apresentou versões diferentes sobre a origem e o destino da quantia
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Quase R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo foram encontrados pela Polícia Militar de Goiás dentro de um carro que seguia de Sorocaba, no interior de São Paulo, para Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. O motorista transportava exatamente R$ 1.188.950 em duas caixas colocadas no porta-malas. Durante a abordagem, ele primeiro disse que não sabia o que havia dentro dos volumes, mas depois afirmou que havia pegado o dinheiro em Sorocaba e que receberia novas instruções somente quando chegasse ao destino.
A abordagem foi realizada na terça-feira (15) pelo Comando de Operações de Divisas (COD), durante a fiscalização do veículo em Goiás, próximo da fronteira com o Distrito Federal e Minas Gerais. Ainda conforme o relato apresentado aos policiais, o motorista contou não sabia quem receberia a quantia. A orientação sobre o que fazer com o dinheiro seria passada somente depois que ele chegasse na cidade baiana.
Os R$ 1.188.950 estavam armazenados em duas caixas no porta-malas do veículo. A quantia foi retirada do carro durante a abordagem e levada para delegacia. A ausência de uma explicação considerada suficiente para a origem e a finalidade do dinheiro, somada as versões diferentes dadas pelo motorista, levou a ocorrência a ser encaminhada para a Polícia Federal.
O caso segue sob investigação.
Dinheiro vivo apreendido
Uma abordagem da Polícia Militar apreendeu R$ 800 mil em espécie com um casal no Setor Marista, em Goiânia. O dinheiro estava em uma mochila e, segundo a PM, havia sido retirado de uma agência bancária pouco antes. Questionados, os dois não souberam explicar a origem da quantia. A ação contou com informações da Polícia Federal, FICCO-GO, BOPE e 7º BPM.
A defesa do casal se manifestou por meio de nota. No documento, expressa que o dinheiro não tem origem ilícita.
“Recursos que foram sacados cumprindo rigorosamente todos os procedimentos exigidos pelo sistema financeiro brasileiro. Os valores foram pagos à empresa por serviços prestados ao setor privado, conforme previsto em contrato, de forma legal e documentada. Portanto, não há que se falar em qualquer tipo de ilegalidade no caso”, disse a defesa.