Quarta-feira, 15 de Julho de 2026
Educação

Servidores da UFG ameaçam não iniciar as aulas se a insalubridade for reduzida

Adicional de insalubridade deve ser cortado de 20% para 10%, segundo portaria sancionada no ano passado

Por - Goiânia, GO
Publicado em: • Atualizado em:

Os servidores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), unidade da Universidade Federal de Goiás (UFG), ameaçam não começar as aulas do ano letivo de 2018, caso não seja revogada a portaria que reduziu, no final do ano passado, a insalubridade de 20% para 10%.  A decisão é contrária à determinação do Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da entidade.

Segundo, o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (SINT-IFESgo), professores relataram suas preocupações com as condições de trabalho e a indignação com a portaria da universidade que reduziu a insalubridade, sem sequer aviso prévio. O órgão está protocolando um oficio junto a reitoria da UFG solicitando a suspensão imediata dos efeitos da portaria. Além disso, solicita a realização de um mapeamento do grau de risco químico e biológico, realizado por profissionais químicos e biólogos, utilizando equipamentos necessários para tais medições.

Para a coordenadora geral do SINT-IFESgo, Fátima dos Reis, essa redução dos níveis de insalubridade é um retrocesso, uma vez que as condições de trabalho não sofreram alterações no sentido de tornar os locais salubre.

Em nota, a UFG informou que está atenta a insatisfação gerada pela portaria e que está aberta ao diálogo.

 

Categorias:
Cidades
Tags:
Greve UFG