Viúva de Lito guarda ‘pedacinho de cabelo’ do marido e se emociona: ‘Cabeça não sai do luto’
Especialista em aviação morreu após diagnóstico de doença rara
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Viúva de Lito Souza, Mila Seidl usou as redes sociais para desabafar sobre como tem sido difícil lidar com o luto, uma semana após a morte do influenciador. Ela cita o evento que compareceu na última quarta-feira, dia 7, e também chorou por lá.
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“A minha cabeça não saía do luto. Eu acordo, eu tomo banho, mas a minha cabeça não sai do luto. Vou trabalhar, até sorrio, mas minha cabeça não sai do luto. Me perguntaram esses dias como estou e respondi: ‘Como é sobreviver sem uma metade de si?'”, disse Mila.
Ela tem a resposta, pois já está sobrevivendo desde então. Mas continuou a refletir sobre mais tempo que gostaria de ter ao lado do marido, que foi diagnosticado com uma doença rara.
“Muito do que passei com o Lito me transformou em outra pessoa. Nunca mais serei a mesma. Não sei se isso é bom ou ruim. Mas a mesma pessoa é impossível eu ser. Eu queria só mais um pedacinho de tempo com ele”.
Para lidar com a saudade, Mila olha para o filho que tiveram juntos, claro. Mas guardou ainda outra recordação. “Eu tenho um pedacinho de cabelo dele. É um tesouro imenso, que eu vou guardar para sempre. Todo o resto, roupa, isso já não tem sentido”.
Nos comentários, seguidores deixaram mensagens de carinho. “Um abraço bem apertado em você”, disse um deles. “Sinta-se abraçada, Mila. Só posso dizer que vou continuar por aqui”, comentou outra usuária do Instagram. “Que você encontre força nos momentos difíceis, conforto nas lembranças e paz no amor que permanece para sempre. A saudade vai existir, mas ela também é prova de que houve um amor bonito e verdadeiro”, consolou mais uma.
Quem foi Lito Souza?
Lito Sousa, influencer de aviação que lutava contra uma doença grave rara, morreu, aos 59 anos, na última quinta-feira, dia 1. O aviador, que contava com mais de 4,7 milhões de seguidores no Instagram e 3,6 milhões de inscritos em seu canal no YouTube, enfrentava um câncer de próstata e era portador da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), enfermidade cerebral rara, grave e sem cura. O potiguar, natural de Natal (RN), ficou conhecido por publicar conteúdos sobre segurança aérea e aviação.