Terça-feira, 14 de Julho de 2026
VAI À FINAL

Espanha mostra ao mundo que a França não é invencível, como parecia ser

Espanha manteve controle do jogo inteiro na semifinal contra França, com domínio incontestável do meio de campo

Por - Goiânia, GO
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Espanha mostra ao mundo que a França não é invencível, como parecia ser (Foto: Fifa)

A Espanha chegou à final da Copa pela segunda vez na história com uma vitória incontestável contra a França, que fazia uma campanha brilhante e agradável aos olhos do telespectador que aprecia o bom futebol.

Não foi o jogo duro e disputado que todos esperavam. Os espanhóis dominaram do começo ao fim, sem margem para dúvidas. Foi uma aula construída a partir do meio de campo, com grandes atuações de Rodri, Fabian Ruiz e Dani Olmo.

O domínio foi tão absoluto que, até os 35 ou 40 minutos do segundo tempo, quando o desespero bateu, a França sequer tinha conseguido acertar um chute no alvo. Os locutores de antigamente diriam que o goleiro Unai Simón sequer tinha sujado o uniforme.

Espanha faz marcação dura em Mbappé, da França (Foto: Fifa)

Até a semifinal, era uma Copa impressionante de Michael Olise, Kylian Mbappé e Ousmane Dembelé. Nenhum dos três jogou bem. Olise inclusive foi substituído no meio do segundo tempo, porque provavelmente consumiu a paciência toda do técnico Didier Deschamps.

Outro ponto de desequilíbrio foi a atuação do lateral-esquerdo espanhol Marc Cucurella, que anulou o lado mais forte da França, o direito, onde jogam Dembelé e Olise. Com o detalhe de que o cabeludo jogou amarelado desde o começo do primeiro tempo.

A Espanha não tem um destaque individual incontestável. Lamine Yamal, que poderia sê-lo, jogou “apenas” no mesmo nível dos colegas. Mas demonstrou um alinhamento coletivo que nenhuma outra seleção mostrou na Copa até agora.

Goleiro Unai Símon disputa bola com Mbappé, da França (Foto: Fifa)
Franceses cabisbaixos com vitória da Espanha (Foto: Fifa)

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