‘Uso eleitoreiro’: Caiado critica reajuste do Bolsa Família a 17 dias da eleição
Candidato afirma que a atual gestão "é um desgoverno que rifa o futuro do país sem o menor pudor"
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Candidato ao Planalto, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Lula (PT) nesta quinta-feira (17). “Aprovar R$ 5,8 bilhões de reajuste a 17 dias da eleição escancara o uso eleitoreiro do programa”, afirmou no X nesta tarde de quinta-feira (17).
O candidato reforçou que ninguém é contra apoiar quem mais precisa. Além disso, afirmou que o valor do Bolsa Família deve proteger quem vive em vulnerabilidade. Porém, ele citou que “a dívida do país está no vermelho” e a atual gestão “é um desgoverno que rifa o futuro do país sem o menor pudor”.
Conforme o anúncio, o valor mínimo do benefício subirá de R$ 600 para R$ 691, enquanto o pagamento médio passará para R$ 777. O governo informou que o aumento de 15,04% vai alcançar cerca de 19 milhões de famílias.
“Isso corresponde exatamente ao que a lei nos autoriza a fazer, que é a recomposição do poder de compra das famílias. Esse é um instrumento fundamental para que a gente siga tendo resultados na redução da taxa de pobreza”, defendeu o ministro do Planejamento, Bruno Moretti. Segundo ele, a perda do poder de compra estava acumulada desde o início de 2023.
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Ninguém é contra apoiar quem mais precisa, e o valor do Bolsa Família deve proteger quem vive em vulnerabilidade. Mas aprovar R$ 5,8 bi de reajuste a 17 dias da eleição escancara o uso eleitoreiro do programa. A dívida do país está no vermelho. É um desgoverno que rifa o futuro…
— Ronaldo Caiado (@ronaldocaiado) September 17, 2026