Acusado de estupro, Thiago Brennand vai se casar com a própria advogada de dentro da prisão
Karina Kufa ficou conhecida por defender Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo
O empresário Thiago Brennand, acusado de estupro e condenado pela Justiça de São Paulo, vai se casar com a própria advogada, Karina Kufa, em um casamento realizado de dentro da prisão. Karina ficou conhecida por defender Jair Bolsonaro e seu filho, Eduardo. Brennand cumpre pena em regime fechado na Penitenciária de Potim, no interior de São Paulo. Como ele está preso, o casamento será realizado por procuração, no próximo dia 2 de julho.
Casamento por procuração será realizado em Potim
O casamento entre o empresário e a advogada acontecerá no cartório de Potim, já que o acusado de estupro segue detido no sistema prisional. Segundo informações, a união formaliza um relacionamento iniciado enquanto Karina já atuava na defesa de processos que envolvem Brennand.
A advogada relatou que passou a integrar o time jurídico do empresário há cerca de quatro meses e que o primeiro contato entre os dois ocorreu em ambiente prisional, durante atendimentos jurídicos.
Relacionamento começou durante visitas na prisão
De acordo com Karina Kufa, o relacionamento entre os dois se desenvolveu ao longo de conversas realizadas dentro do contexto das visitas na penitenciária, sempre separados por vidro, no parlatório.
Ela afirma que a relação “foi rápida” e que o vínculo surgiu a partir das conversas. A advogada diz que nunca houve contato físico fora desse ambiente e descreve a conexão como baseada em diálogo e afinidade intelectual.
Defesa e posicionamento sobre o caso
Karina Kufa declarou estar “plenamente convicta” da inocência de Brennand e afirmou confiar na absolvição do empresário nos processos em andamento. Segundo ela, o cliente é alvo de uma “imagem construída de forma negativa” e reforça que seguirá atuando em sua defesa jurídica.
A advogada também afirmou que o empresário mantém postura confiante dentro da prisão e segue determinado a reverter as condenações.
Thiago Brennand foi condenado inicialmente a oito anos de prisão por estupro, com a pena posteriormente majorada para mais de dez anos. Ele permanece preso enquanto responde a outros processos criminais relacionados às acusações.