Wilder diz que não é “frouxo” e cobra Daniel sobre saúde em Goiás: “por que não resolveu?”
No agronegócio, Wilder voltou a confrontar Daniel ao criticar a cobrança do Fundeinfra
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Wilder Morais (PL) fez da saúde uma das principais cobranças a Daniel Vilela (MDB) durante o Debate Mais Goiás, nesta quinta-feira (17). Ao questionar o governador sobre a situação do atendimento no Estado, o senador perguntou: “Por que a fila da saúde ainda não foi resolvida?”. Na réplica, aumentou o tom: “Bota a mão na consciência para ajudar o povo”.
Daniel respondeu citando a ampliação da estrutura hospitalar, policlínicas e a realização de mais de 35 mil cirurgias eletivas no último ano. O governador também rebateu Wilder ao dizer que o senador deveria ajudar mais Goiás por meio de sua atuação em Brasília como senador.
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A saúde voltou ao centro das falas de Wilder em outro confronto, desta vez com Marconi Perillo (PSDB). O candidato defendeu a contratação de leitos da rede privada para diminuir filas por internações, exames e cirurgias e afirmou que pretende colocar a área como prioridade de uma eventual gestão.
Críticas a Caiado
Outro momento de destaque ocorreu quando Luis Cesar Bueno (PT) relembrou que Ronaldo Caiado havia chamado Wilder de “frouxo” na discussão sobre câmeras nas fardas policiais. O senador respondeu que Caiado “vive o pior momento” e citou o “baixo” desempenho eleitoral do ex-governador na disputa pela presidência.
Wilder também disse que não se considera “frouxo” e afirmou que estará ao lado da corporação caso os policiais decidam pela adoção dos equipamentos.
No agronegócio, Wilder voltou a confrontar Daniel ao criticar a cobrança do Fundeinfra. Ele afirmou que não pretende criar novas taxas e cobrou resultados dos recursos arrecadados dos produtores rurais. Daniel respondeu citando 84 obras em andamento voltadas à infraestrutura e ao escoamento da produção.
Wilder também foi questionado sobre a participação de sua construtora na obra do complexo da Oncoclínicas avaliado para receber o Hugo. O senador afirmou que a empresa foi contratada apenas para executar a construção e rejeitou qualquer associação pessoal com o caso Banco Master.
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