Polícia tenta desvendar o que levou cuidadora de idosos à morte em Guapó
Juliana trabalhava como cuidadora de idosos e diarista e deixa uma filha de 4 anos e um jovem de 18; corpo foi enterrado nesta terça-feira
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Uma mulher foi encontrada morta dentro de casa, no Jardim Imperial, em Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia. Juliana Rodrigues do Carmo, que trabalhava como cuidadora de idosos e diarista, teria morrido no domingo (13), mas o corpo só foi encontrado na segunda-feira (14). A suspeita inicial é de que ela tenha sofrido um choque elétrico, mas a causa da morte ainda depende de laudo pericial.
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Guapó foi chamada após a família descobrir que Juliana não havia retornado para buscar a filha, de 4 anos, que estava com parentes desde o domingo. Os agentes foram até a residência, encontraram o corpo e isolaram o local para os trabalhos da perícia.
Nas redes sociais, Juliana falava sobre beleza, cosméticos e cuidados pessoais. Trazia vídeos sobre a manifestação física da bipolaridade em seu cotidiano. Destacava cada conquista e incentivava seus seguidores a manterem vivos a alegria e os sonhos.
Extensão elétrica
Segundo as informações iniciais, Juliana foi encontrada próxima a uma extensão elétrica que era utilizada para ligar a televisão. A circunstância levantou a suspeita de que ela tenha sofrido uma descarga elétrica.
A perícia esteve na residência e realizou os procedimentos necessários para investigar o que aconteceu. O laudo, no entanto, ainda não foi concluído e deve levar alguns dias para ficar pronto.
Por enquanto, não há confirmação oficial de que a morte tenha sido provocada por choque elétrico.
Dois filhos
Juliana gravava um vídeo para publicar na internet, segundo as informações preliminares. No domingo, deixou a filha de 4 anos com parentes. Como não voltou para buscá-la, a família descobriu, no dia seguinte, que ela estava morta dentro de casa.
Além da menina, Juliana deixa um jovem de 18 anos. O corpo dela foi enterrado na terça-feira (15).