‘Um sorriso único’: amiga lamenta morte de artesã após choque elétrico, em Itaberaí
Débora Santos, de 37 anos, era mãe de uma menina de 11 anos e trabalhava como artesã. Amiga conta que sorriso e bom humor eram marcas da personalidade dela
Ir direto pra matéria
A alegria e o sorriso constante são algumas das principais lembranças que Andrea Neide guarda de Débora Santos, de 37 anos, que morreu após sofrer um choque elétrico em Itaberaí, no sábado (5). Mãe de uma menina de 11 anos, casada e artesã, Débora era conhecida por produzir laços e por manter uma relação próxima com amigos e colegas de trabalho.
Costureira, Andrea conheceu Débora há cerca de três anos, por meio da profissão. As duas chegaram a trabalhar juntas, e a relação profissional acabou se transformando em amizade. Para ela, uma das características mais marcantes da artesã era a forma como ela tratava as pessoas. “Uma amiga incrível. Uma ótima mãe. Uma profissional maravilhosa, sempre chegava com um sorriso no rosto, uma alegria sem condições”, lembra.
Com o passar do tempo, os encontros deixaram de ser apenas profissionais. Andrea passou a frequentar a casa da amiga e acumulou lembranças dos momentos de convivência. Uma delas, inclusive, envolvia uma situação que sempre rendia brincadeiras entre as duas. Ela conta que tinha medo de galinhas e que Débora se divertia com isso. “Eu ia na casa dela, sempre ficava rindo de mim porque tenho medo de galinha e ela criava galinhas soltas pelo quintal da casa”, conta.
Mãe dedicada e profissional
Além de trabalhar como artesã, Débora era mãe de uma menina de 11 anos. Andrea afirma que a amiga era uma mãe presente e carinhosa. “Era uma mãe atenta, amorosa, uma profissional maravilhosa”, diz.
Débora trabalhava com a produção de laços, atividade na qual colocava criatividade e dedicação. Para Andrea, o cuidado com o trabalho era outra característica que definia a amiga.
Morte após choque elétrico
Débora morreu aos 37 anos após sofrer um choque elétrico em Itaberaí. A morte aconteceu no sábado (5), enquanto a artesã estava em casa. Para Andrea, a saudade será especialmente difícil pela presença que Débora tinha na vida de quem estava ao redor.
“Só sei que iria fazer muita falta por sua energia, sempre alegria, com um sorriso único”, afirma a amiga.
LEIA MAIS: