Mudanças na diretoria do Goiás, dirigente renuncia e novo vice assume; Entenda
A mudança promoveu uma reformulação na estrutura administrativa do Esmeraldino, com a extinção do Conselho de Administração e a criação de uma nova configuração executiva
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Marco Antônio da Silva Castro renunciou ao cargo de vice-presidente jurídico do Goiás. A decisão foi formalizada na última sexta-feira (28), após a aprovação do novo Estatuto Social do clube, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 14 de agosto. A mudança promoveu uma reformulação na estrutura administrativa do Esmeraldino, com a extinção do Conselho de Administração e a criação de uma nova configuração executiva. Quem assume o cargo é o advogado e conselheiro Muniz Calixto.
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Com a alteração estatutária, Marco Antônio, que integrava o antigo Conselho de Administração, não deixou o clube, mas passou a ocupar a vice-presidência jurídica durante o processo de transição. No entanto, em carta encaminhada ao Conselho Deliberativo, ele explicou que decidiu deixar a função por entender que o cargo executivo poderia ser incompatível com as restrições previstas para magistrados.

“Não me resta outra alternativa senão a recusa imediata da função executiva”, disse Marco Antônio, que é juiz de Direito aposentado.
Segundo a justificativa apresentada pelo dirigente, a natureza executiva da função poderia entrar em conflito com as normas que regulamentam a atuação de magistrados, mesmo sem remuneração pelo cargo no clube. A renúncia, portanto, foi apresentada como uma medida para evitar qualquer incompatibilidade legal relacionada ao exercício de atividades de direção ou gestão em associação.
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Na carta, Marco Antônio ainda agradece a confiança dos conselheiros e diz que leva consigo “paixão e carinho” pelo clube, desejando sucesso à nova Diretoria Executiva.
Dirigente segue no Goiás
Apesar de deixar a vice-presidência jurídica, Marco Antônio não se afastará do Goiás. Ele continuará como integrante do Conselho Deliberativo do clube, função de caráter não executivo. A saída do cargo, portanto, não foi motivada por rompimento com o Esmeraldino, mas pela necessidade de adequação às regras que envolvem sua condição profissional.
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A mudança ocorre em meio a uma reformulação administrativa do Goiás. O novo estatuto alterou a estrutura de poder do clube, encerrando o modelo baseado no Conselho de Administração. Marco Antônio já fazia parte da estrutura anterior: documentos oficiais do Goiás o identificavam como conselheiro efetivo do órgão.