Danilo desembarca no RJ e dirigente fala em continuidade na seleção
Danilo foi o único jogador do elenco principal que desembarcou no país; além dele, o goleiro Léo Nannetti, da base do Flamengo, e os dirigente Rodrigo Cateano e Juan, além de funcionários da CBF
Três dias após a eliminação para a Noruega, pela oitavas de final da Copa do Mundo, apenas o lateral-direito e zagueiro Danilo, do Flamengo, do elenco profissional, retornou ao Brasil. Além dele, o goleiro Léo Nannetti, das categorias de base do clube carioca e que estava com a seleção brasileira apenas para compor o elenco nos treinamentos do mundial, também desembarcou no Rio de Janeiro nesta madrugada, por volta das 3h.
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Na chegada tranquila ao Aeroporto Internacional do Galeão, Danilo, um dos que mais concedeu entrevistas pela seleção na Copa do Mundo, principalmente nas zonas mistas após os jogos, desta vez preferiu não falar. “Já falei bastante já, obrigado”, disse o zagueiro ao chegar na área externa do aeroporto. Experiente, o atleta não deve permanecer no elenco para a sequência do trabalho de Carlo Ancelotti.

Além de Danilo e Nannetti, retornaram no voo fretado dos Estados Unidos o coordenador executivo Rodrigo Caetano e o coordenador técnico e ex-zagueiro Juan Santos, além de funcionários da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e das áreas de comunicação, marketing e segurança.
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Continuidade
Rodrigo Caetano falou com a imprensa e destacou a continuidade do trabalho para a próxima Copa do Mundo, em 2030, e disse que o objetivo é que a seleção brasileira tenha um ciclo mais estável que o anterior.

“Já falamos depois do jogo que a continuidade da própria CBF é, na minha opinião, um ponto de partida. Para que a gente não tenha um ciclo como foi o anterior, essa estabilidade dada à comissão técnica é um aspecto positivo. Por mais que o resultado realmente não tenha sido o esperado por todos nós, não só pelos atletas e pela comissão, mas por todo o povo brasileiro, tivemos muitos jogadores jovens que ganharam minutagem, foram bem aproveitados e até se afirmaram nesta Copa do Mundo. Acho que é a partir daí que começamos a pensar nos amistosos de setembro e outubro, com a esperança de termos um ciclo muito mais estável do que o anterior”, afirmou o dirigente.
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Caetano falou ainda sobre o trabalho do técnico Carlo Ancelotti, e avaliou o desempenho positivamente, reafirmando que o italiano seguirá no cargo. “Primeiro, foi um trabalho de um ano e quatro meses, e todos nós esperávamos chegar mais longe na Copa do Mundo. Mas a competição tem se mostrado muito equilibrada, e os jogos demonstram isso. Infelizmente, paramos nas oitavas de final, mesmo com a seleção em evolução. Ainda assim, a avaliação é positiva. Se não fosse, ele não teria permanecido nem tomado a decisão de seguir no cargo”