Mapa de calor do desmatamento mostra Goiás em contraste com vizinhos
Relatório do Mapbiomas revelou que desmatamento em Goiás caiu 44% na comparação com 2024
Divulgado no dia 25 de maio pela rede Mapbiomas, o Relatório Anual do Desmatamento (RAD 2025) trouxe uma radiografia do desmatamento no Brasil no passado. Um mapa de calor mostra Goiás em contraste com estados vizinhos – sobretudo Tocantins e Bahia, onde os indicadores são piores (íntegra do RAD no fim da matéria).
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O documento trouxe três notícias sobre Goiás: 1) o desmatamento no Estado caiu 44%; 2) a área desmatada em 2025, de 10,9 mil hectares, é a menor a série histórica ddo Mapbiomas; e 3) o Estado conseguiu nota máxima em transparência de dados sobre desmatamento.
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Veja como foi o desmatamento em Goiás nos últimos anos
2019 – 33.447
2020 – 54.466
2021 – 45.666
2022 – 30.854
2023 – 69.362
2024 – 19.496
2025 – 10.983
Avaliação do governo
A secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Andréa Vulcanis, atribui a evolução de Goiás nesse indicador ao sucesso da estratégia adotada pelo governo a partir de 2019.
“O setor produtivo é o nosso maior aliado na busca pelo objetivo de zerar o desmatamento ilegal até 2030. Apostamos no diálogo e fomos bem-sucedidos. Existe hoje, entre todos nós, o consenso que é possível se desenvolver de forma sustentável, sem comprometer a biodiversidade”, afirma.
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Em setembro de 2023, o então governador Ronaldo Caiado e a titular da Semad assinaram, com representantes do setor produtivo, um pacto em que todos assumiram o compromisso de acabar com a supressão de vegetação feita à margem da lei até o fim da década.
Em paralelo, o governo abriu concurso para Semad, deu posse a mais de 100 novos servidores e investiu na tecnologia usada em monitoramento remoto, que se soma ao trabalho de campo realizado por fiscais.
Também lançou um programa que remunera produtores rurais que, em vez de usar a terra para atividades como agricultura e pecuária, optam por preservar a vegetação. Trata-se do programa PSA Cerrado em Pé, cuja implantação começou em municípios da região nordeste do Estado. O investimento foi de mais de R$ 17 milhões.
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