Terça-feira, 04 de Agosto de 2026
COLUNA DO JOÃO BOSCO BITTENCOURT

Caiado convida Cristiane Schmidt como porta-voz da área econômica da campanha presidencial

Ex-secretária da Economia de Goiás e atual presidente da MSGÁS deve integrar oficialmente a equipe em cerca de dez dias, após concluir compromissos na estatal

João Bosco Bittencourt
Por - Goiânia, GO
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O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, convidou a economista Cristiane Schmidt para assumir a função de porta-voz da área econômica da campanha e participar da elaboração do programa de governo. Atualmente presidente da MSGÁS, empresa de gás de Mato Grosso do Sul, ela deve integrar oficialmente a equipe em cerca de dez dias, após concluir compromissos administrativos na estatal.

Cristiane foi secretária da Economia de Goiás entre 2019 e 2023, durante o governo Caiado. No período, participou da condução do ajuste fiscal do Estado e da reorganização das contas públicas, processo que, segundo a campanha, permitiu ampliar investimentos em áreas como saúde, educação, segurança pública e programas sociais.

A coordenação do plano de governo permanece sob responsabilidade do ex-deputado federal e ex-ministro Roberto Brant. A campanha informou que Cristiane ficará encarregada de colaborar na formulação das propostas econômicas da candidatura.

Antes de aceitar o convite de Caiado, a economista também manteve conversas com integrantes da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), entre eles a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, para uma possível participação na equipe do candidato.

Mestre e doutora em Economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Cristiane Schmidt foi pesquisadora visitante da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Ao longo da carreira, atuou no Ministério da Fazenda, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), no Banco Mundial, na Embratel, no Itaú Asset e no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

Em análises recentes, a economista defendeu medidas voltadas ao aumento da produtividade, ao crescimento da economia e ao controle da dívida pública, além de fazer críticas às exceções previstas no atual arcabouço fiscal.

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