Sexta-feira, 18 de Setembro de 2026
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Lula tem 53% entre beneficiários do Bolsa Família, e Flávio Bolsonaro 28%, diz pesquisa

20% dos entrevistados recebem o Bolsa Família ou moram com quem ganha

Por - Goiânia, GO
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Lula tem 53% entre beneficiários do Bolsa Família, e Flávio Bolsonaro 28%, diz pesquisa 20% dos entrevistados recebem o Bolsa Família

Via Folha de São Paulo – Entre quem recebe Bolsa Família ou mora numa residência com beneficiários do programa, 53% votariam em Lula (PT) no primeiro turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). Flávio Bolsonaro (PL) tem 28% nesse grupo.

Na parcela não beneficiada, direta ou indiretamente, pelo programa, 36% votariam no petista no primeiro turno, ante 37% que optariam por Flávio.

Na simulação de segundo turno, o presidente tem 60% de apoio entre os beneficiários do programa, e o senador, 33%.

O levantamento foi produzido em sua maior parte antes da divulgação do reajuste no Bolsa Família anunciado por Lula na manhã desta quinta. As entrevistas foram feitas de terça (15) até esta quinta.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, no grupo total entrevistado. Nos segmentos, as margens são maiores. Entre quem recebe o benefício ou mora com um beneficiário, a margem de erro sobe para cinco pontos.

Na simulação de segundo turno, o presidente tem 60% de apoio entre os beneficiários do programa, e o senador, 33%.

O levantamento foi produzido em sua maior parte antes da divulgação do reajuste no Bolsa Família anunciado por Lula na manhã desta quinta. As entrevistas foram feitas de terça (15) até esta quinta.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, no grupo total entrevistado. Nos segmentos, as margens são maiores. Entre quem recebe o benefício ou mora com um beneficiário, a margem de erro sobe para cinco pontos.

Na simulação de segundo turno, o presidente tem 60% de apoio entre os beneficiários do programa, e o senador, 33%.

O levantamento foi produzido em sua maior parte antes da divulgação do reajuste no Bolsa Família anunciado por Lula na manhã desta quinta. As entrevistas foram feitas de terça (15) até esta quinta.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, no grupo total entrevistado. Nos segmentos, as margens são maiores. Entre quem recebe o benefício ou mora com um beneficiário, a margem de erro sobe para cinco pontos.

Desde a reformulação do programa, em 2023, o governo não havia feito nenhum reajuste no valor do benefício. Ministros da equipe econômica e técnicos da área social afirmavam que a medida não era necessária, com base em padrões internacionais para programas de transferência de renda.

A postura mudou num momento em que a campanha do petista Lula assiste a seu principal adversário, Flávio Bolsonaro, ganhar força na corrida eleitoral.

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta mostra os dois rivais tecnicamente empatados nas simulações de primeiro e segundo turnos. Lula tem 46%, e o filho de Jair Bolsonaro tem 44% no cenário pesquisado para o segundo turno.

Em 2022, o governo Jair Bolsonaro também ampliou os valores do programa, então batizado de Auxílio Brasil, a poucos meses da eleição. Em agosto daquele ano, o repasse mínimo subiu de R$ 400 para R$ 600, um aumento de 50%. O anúncio ainda veio acompanhado da promessa de campanha de torná-lo permanente.

Na época, Lula era candidato e acusou Bolsonaro de promover o aumento para garantir sua reeleição. Mesmo assim, o petista reiterou a promessa de manter o piso de R$ 600, o que foi feito sob sua gestão apesar das críticas de especialistas sobre as distorções causadas pelo modelo.

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