Sexta-feira, 24 de Julho de 2026
Cuidado

Entenda porque não se deve aproximar dos macacos no Parque Areião, em Goiânia

Agência Municipal de Meio Ambiente explica que macacos porque transmitir doenças por meio de arranhões e mordidas

Por - Goiânia, GO
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Macaco do parque Areião (Foto: Divulgação)

Leonardo Calazenço, do Mais Goiás

A Agência Municipal de Meio Ambiente de Goiânia (Amma) orienta a população a não se aproximar dos macacos que vivem no Parque Areião. De acordo com o superintendente de Gestão Ambiental e Licenciamento da Amma, Ormando Pires, eles oferecem risco à saúde humana e podem transmitir doenças através de mordida ou arranhão.

Conforme explica o superintendente, quanto maior a aproximação das pessoas com os bichos, mais eles tendem a atacar como forma de defesa, uma vez que o local foi projetado como reserva natural deles.

Por outro lado, Ormando ressalta que os macacos não vão até as pessoas com o intuito de morder, eles fazem isso quando se sentem ameaçados. Inclusive, o recomendado é não dar alimento a eles, pois isso pode colocar a própria vida deles em risco.

Árvores frutíferas

Atualmente o local abriga cerca de 40 animais da espécie macaco-prego. De acordo com Ormando, em 2022 a Amma ampliou o plantio de árvores frutíferas no local que foi batizado como ”Pomar dos Macacos”, com o objetivo de fortalecer e implementar novas formas de alimentos para os animais.

”Eles têm alimentos na sua quantidade necessária ali mesmo na mata”, destaca. Segundo o superintendente, o que provoca esse contato humano é a facilidade que a população introduz ao animal.

”Essa facilidade provocada pelos frequentadores é o que atrai cada vez mais esse animais, que além de serem extremamente inteligentes que a qualquer movimento diferente ou qualquer novidade atiça a curiosidade deles”, comenta.

Acompanhamento

De acordo com Ormando, a Amma tem uma gerência de fauna que faz o acompanhamento dos macacos, e havendo a necessidade a secretaria pode fazer intervenções com objetivo de atenuar qualquer problema identificado.

Por fim o superintendente reforça que os animais são silvestres e o local é o habitat deles. Ao tentar contato dando alimento ou até mesmo colocando-os em situação de maus-tratos, isso pode ser qualificado como crime ambiental e a pessoa pode ser passível de multa ou até prisão.

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