Homem que matou irmã e cunhado em disputa por lote é condenado a 35 anos de prisão, em Rio Verde
Acusado está preso desde maio de 2019. Crime aconteceu 15 dias antes da prisão
Ir direto pra matéria
Lindonor Alves Parreira, de 59 anos, foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado por matar a irmã e o cunhado a tiros em Rio Verde, região Sudoeste de Goiás. O crime ocorreu em razão da disputa por um lote que pertencia a um tio dos irmãos. O julgamento começou na tarde de quinta-feira (25) e foi finalizado na sexta-feira (26) e o réu foi condenado pela maioria dos votos do júri popular.
O homem seguia preso desde o dia 30 de maio de 2019, 15 dias após matar as vítimas, e deve permanecer na unidade prisional de Rio Verde.
O crime
Segundo a investigação da Polícia Civil, Lindonor foi até a casa da irmã e do cunhado no início da manhã do dia 15 de maio de 2019 e desligou o relógio de energia. Quando José Cardoso de Oliveira, na época com 59 anos, saiu da residência na intenção de verificar o que havia acontecido, o acusado atirou duas vezes em sua direção.
A irmã de Lindonor, Lindamar Alves Parreira, de 55 anos, também saiu da casa ao ouvir os disparos. Ela viu o marido caído ao chão, percebeu que o irmão segurava a arma e foi atingida na sequência. O primeiro disparo acertou o braço da mulher, que tentava se proteger. Já caída, foi executada com um tiro na cabeça.
O atirador, em seguida, recarregou a arma, voltou na direção do cunhado e efetuou mais dois disparos. Os tiros atingiram o peito e o rosto de José.
Após o crime, o acusado fugiu, mas foi localizado e preso. Durante buscas na residência dele, a polícia encontrou um revólver calibre 38 usado no crime e uma espingarda.
LEIA MAIS
Neta mata avó enforcada com cinto por considerá-la culpada de tragédias familiares, em Pontalina
Homem que matou ex-sogro em farmácia de Goiânia é indiciado por homicídio qualificado
Entenda como foi planejado o assassinato de corretor que mobilizou Rio Verde (GO)
*Jeice Oliveira compõe programa de estágio do Mais Goiás sob supervisão de Alexandre Bittencourt