Polícia procura mulher desaparecida desde 30 de junho em Itaberaí; veja quem é
Segundo a família, ela não levou documentos, roupas e não possui celular
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Uma mulher de 32 anos, identificada como Ivanilde Correa Nascimento, desapareceu na última quinta-feira (30), após sair de casa por volta das 13h30. A irmã dela foi quem procurou a delegacia para registrar o desaparecimento. Segundo os familiares, Ivanilde apresenta transtornos mentais, o que aumenta a preocupação com seu desaparecimento e a possibilidade de estar em situação de vulnerabilidade.
Ao Mais Goiás, Maria Missilene contou que Ivanilde mora com ela e que, no momento em que desapareceu, estava em casa acompanhada pelo filho do cunhado, de 18 anos, e pelas duas sobrinhas, de 7 e 10 anos. Segundo o relato, o jovem dormiu e não percebeu quando Ivanilde saiu da residência. As meninas estavam no quarto, usando o computador e assistindo à televisão, e também não notaram a saída da tia.
Maria Missilene informou ainda que a irmã necessita de cuidados especiais, sendo acompanhada pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Ela afirmou que Ivanilde nunca havia desaparecido antes, saiu sem levar qualquer peça de roupa e não possui celular ou outro meio de comunicação.
Ivanilde teria sido vista no Setor Pôr do Sol
Ainda de acordo com Maria, ao procurar a delegacia nesta segunda-feira (3), foi informada de que a irmã teria sido vista no Setor Pôr do Sol, em Itaberaí. A família pede o apoio da população e solicita que qualquer informação que possa ajudar na localização de Ivanilde seja repassada pelo telefone (62) 98216-9530.

Ela contou que estava trabalhando quando soube do desaparecimento e iniciou as buscas assim que chegou em casa. Conforme consta no Registro de Atendimento Integrado (RAI), Ivanilde saiu sem levar pertences e não possui qualquer meio de comunicação, o que aumenta a preocupação da família.
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Um laudo médico, datado de dezembro de 2025 e obtido pela reportagem, aponta que Ivanilde apresenta atraso na fala, dificuldade de aprendizado desde a infância, baixa compreensão verbal, velocidade de processamento reduzida, memória operacional comprometida, alterações nas habilidades visuoespaciais e visuoconstrutivas, dificuldade para estabelecer comunicação efetiva, interações sociais limitadas e preferência por brincadeiras infantis.
O documento também informa que a paciente apresenta provável quadro de deficiência intelectual moderada. Segundo o laudo, ela necessita de acompanhamento multidisciplinar regular, com psicólogo, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, e não possui condições de exercer atividade laboral, por se tratar de uma condição crônica e irreversível.
O documento foi emitido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Prefeitura de Itaberaí, no Hospital Municipal Dr. Gilberto da Silva Caldas.
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