A criança morreu no dia 11 de abril, no Hugol. Padrasto segue preso em Quirinópolis e a mãe em Serranópolis
Vítima era submetida a constante violência física e psicológica
Polícia Civil espera conclusão do laudo cadavérico para identificar causa da morte da criança
Equipe médica identificou vários hematomas e ferimentos como queimaduras de cigarro, mordidas, unhas das mãos roxas e sem as unhas dos pés
Segundo a Polícia Civil a mulher torturava a criança de 1 ano com o auxílio de um travesseiro, com manobras de asfixia
A chegada dos suspeitos e da vítima ao local do crime foi registrada por câmera de segurança
O caso foi federalizado em dezembro de 2014 depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou a inércia do Poder Judiciário
Acusadas podem pegar de dois a oito anos de reclusão
Vítimas, que têm 71 anos, e 85 anos, passavam fome e sede, e ficavam vários dias sem tomar banho
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