Cidades de Goiás amanhecem com céu nublado e previsão de chuva nesta quarta (26/8)
Cidades do centro-sul goiano podem registrar chuvas ou chuviscos ao longo do dia
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Goiânia e algumas regiões do centro-sul goiano amanheceram nubladas nesta quarta-feira (26). O fenômeno, segundo o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), está associado à expansão de uma faixa de nebulosidade sobre a região, enquanto o ar seco ainda predomina em grande parte do território goiano. A junção, inclusive, pode provocar chuvas ou chuviscos isolados no território goiano ao longo do dia.
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Apesar da possibilidade de chuva, o calor continua como a principal característica do dia, conforme o Cimehgo. As maiores temperaturas estão previstas para São Miguel do Araguaia (39°C), Porangatu (38°C), Aragarças (37,8°C), Cidade de Goiás (37,5°C) e Goiânia (36,9°C).
Durante a madrugada, Goiás registrou temperaturas mínimas de 18,3°C (Rio Verde), 18,8°C (Itumbiara), 19,4°C (Iporá) e 19,8°C (Goiânia). Em outras áreas, os termômetros marcaram 22,9°C (Porangatu), 23°C (Cidade de Goiás) e 23,5°C (Abadia de Goiás).
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O Cimehgo também chama atenção para a amplitude térmica, já que a diferença entre as temperaturas da madrugada e da tarde supera 15°C em diversos municípios. A variação pode exigir cuidados com as vias respiratórias, especialmente para pessoas mais sensíveis às mudanças bruscas de temperatura.
Risco de incêndios
A massa de ar seco continua predominando sobre grande parte de Goiás, mantendo a umidade relativa do ar em torno de 20%. O cenário aumenta a necessidade de hidratação ao longo do dia e de cuidados para manter os ambientes internos umidificados, de acordo com o Cimehgo. O período também exige atenção redobrada com queimadas.
De acordo com o órgão, o risco de incêndios florestais permanece em níveis severos a extremos, devido à combinação entre baixa umidade, temperaturas elevadas e vegetação ressecada. O uso do fogo segue proibido em Goiás. Ao todo, 209 dos 246 municípios goianos estão classificados em situação crítica para incêndios florestais, considerando o chamado fator 30-30-30, que combina condições de baixa umidade, temperaturas elevadas e risco de propagação do fogo.