Mendanha defende parceria com outros países para ampliar tecnologia contra o crime organizado
Candidato ao Senado cita Estados Unidos e Israel como referências e afirma que avanço das facções representa ameaça à soberania nacional
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O candidato ao Senado por Goiás Gustavo Mendanha defendeu a ampliação da cooperação internacional para o uso de novas tecnologias no combate ao crime organizado.
Segundo Mendanha, o Brasil precisa buscar experiências de outros países nas áreas de inteligência, monitoramento e integração de informações para conter o avanço das facções criminosas.
“O Brasil não conseguiu e não consegue resolver o problema da segurança pública. O crime organizado cresceu, ganhou poder econômico, passou a controlar territórios e hoje ameaça a soberania do nosso país”, afirmou.
O candidato citou Estados Unidos e Israel como possíveis parceiros do Brasil no desenvolvimento e na adoção de ferramentas voltadas à identificação de criminosos e à desarticulação de organizações.
“Quando existe tecnologia capaz de ajudar nossas forças de segurança, identificar criminosos e desarticular organizações, temos que buscar essa parceria. Estados Unidos e Israel possuem conhecimento e tecnologia que podem contribuir com o Brasil”, declarou.
Mendanha também mencionou uma viagem a Israel, quando participou de compromissos ao lado dos governadores Ronaldo Caiado e Tarcísio de Freitas. Durante a visita, o grupo se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e conheceu experiências na área de segurança pública.
Na entrevista durante sabatina à TV Anhanguera, nesta sexta-feira (18/9), o candidato apontou Goiás como exemplo de integração entre trabalho policial, inteligência e tecnologia. Também citou a ampliação do uso de ferramentas tecnológicas na segurança pública de São Paulo durante a gestão de Tarcísio.
“Esse caminho já mostrou resultado em Goiás e está sendo buscado também em São Paulo. O Brasil precisa aprender com as experiências que funcionam, estabelecer parcerias com quem domina essas tecnologias e colocá-las a serviço das nossas forças de segurança”, concluiu.