CRIME ORGANIZADO

Operação mira grupo suspeito de lavar dinheiro para facção em Goiás e outros dois estados

Investigação aponta que lideranças do grupo integram facção de alcance nacional; ação cumpre 52 medidas cautelares

Imagem da ação
Operação cumpre 20 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão (Divulgação PCGO)

Com 20 mandados de prisão temporária e 32 de busca e apreensão, a Polícia Civil de Goiás realizou, nesta quarta-feira (10/6), a 10ª fase da Operação Destroyer para combater uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Goiás, Minas Gerais e Paraná. De acordo com a corporação, as investigações apontam que as lideranças do grupo integram uma facção criminosa de atuação nacional, responsável por coordenar o comércio ilegal de entorpecentes e movimentar recursos obtidos com a atividade por meio de um esquema de lavagem de dinheiro.

As equipes atuam em Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Caldas Novas, Goiânia e Alto Paraíso, em Goiás, além de Uberlândia (MG) e Cruzeiro do Sul (PR).

Segundo as investigações, o objetivo da ação é atingir não apenas os suspeitos de integrar a organização, mas também sua estrutura financeira, considerada fundamental para a manutenção do tráfico de drogas e a expansão das atividades ilícitas em diferentes regiões do país.

Imagem dos materiais apreendidos
Materiais apreendidos serão submetidos à perícia para reforçar as investigações sobre o grupo criminoso (Divulgação PCGO)

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Entre os materiais apreendidos até o momento, estão uma pistola semiautomática Taurus G2c calibre 9 mm, acompanhada de quatro carregadores acondicionados em um estojo, além de porções de entorpecentes e aparelhos eletrônicos. O material será encaminhado à Polícia Técnico-Científica para a realização de perícias, incluindo exame balístico na arma e análise dos dispositivos eletrônicos, com o objetivo de subsidiar a continuidade das investigações.

A operação é coordenada pelo Grupo Especializado em Repressão a Narcóticos (Genarc) de Águas Lindas de Goiás, vinculado à 17ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) juntamente com as forças de seguranças dos estados onde residem parte dos investigados.

Até a publicação desta matéria, a corporação não havia divulgado o número de prisões nem o balanço total dos materiais apreendidos. O texto será atualizado assim que houver novas informações.

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